Gerando o futuro da energia eólica offshore

Ocean Winds

A Ocean Winds é o resultado de uma joint venture em 2019 entre a EDP Renewables (EDPR) e a ENGIE.

Ambas as empresas compartilham a visão de que as energias renováveis, especialmente a energia eólica offshore, desempenham um papel fundamental na transição energética global. É por isso que criaram uma joint venture 50-50 para a energia eólica offshore.

A EDPR e a ENGIE estão a juntar os seus ativos eólicos offshore e a carteira de projetos na Ocean Winds, começando com 1,5 GW em construção e 4,0 GW em desenvolvimento, com o objetivo de alcançar 5-7 GW de projetos em operação ou em  construção e 5-10 GW em desenvolvimento avançado em 2025.

Um dos seus parques eólicos flutuantes está localizado na costa norte de Portugal.

Em 2019, o Windfloat Atlantic foi um projeto pioneiro, com 3 turbinas, as maiores do mundo na época, com capacidade de 8,4 MW cada.

O Projeto WindFloat desenvolveu uma tecnologia inovadora para permitir a exploração do potencial eólico no mar, em profundidades superiores a 40m. O foco de inovação do projeto foi o desenvolvimento de uma plataforma flutuante, com base nas experiências da indústria de petróleo e gás, para suportar turbinas eólicas multi-MW em aplicações marítimas.

A plataforma flutuante é semi-submersível e está ancorada no fundo do mar. A estabilidade é devida ao uso de "placas de aprisionamento de água" na parte inferior dos três pilares, associada a um sistema estático e dinâmico de lastro. O WindFloat adapta-se a qualquer tipo de turbina eólica marítima. É construído inteiramente em terra, incluindo a instalação da turbina, evitando, deste modo, que os trabalhos tenham de ser feitos em alto mar, o que teria um impacto no meio marinho.

O projeto WindFloat Atlantics é uma joint venture entre a Repsol, Principle Power e Ocean Winds.

Para descobrir mais sobre a Ocean Winds consulte o site www.oceanwinds.com